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Telefónica avalia vender subsidiária venezuelana, segundo Bloomberg

Sem decisão definitiva.

Redação assistida por IA · TelcoBrief / Brightcomms

Data do fato: 2026-09-25T00:00:00Z · Publicado: 2026-09-25T21:05:21Z

Possível separação de uma unidade de negócio, representada por módulos conectados.
Ilustração gerada com IA; não representa o acontecimento. Possível separação de uma unidade de negócio, representada por módulos conectados. · TelcoBrief · IA

A Telefónica estuda vender sua subsidiária venezuelana, informou a Bloomberg em 25 de setembro, citando fontes anônimas. A informação reabre a perspectiva de mudança de proprietário, mas não comprova o início de um leilão: não há decisão definitiva e a companhia preferiu não comentar. [1]

O possível movimento se enquadra em uma estratégia empresarial anunciada anteriormente. O Transform & Grow, apresentado em novembro de 2025 para o período 2026–2030, concentra as prioridades da Telefónica na Espanha, Alemanha, Reino Unido e Brasil. A empresa pretende simplificar sua operação e fortalecer redes e serviços digitais; esses objetivos não confirmam esta venda específica. [2]

As saídas regionais têm precedentes concretos. Na assembleia de 26 de março de 2026, a Telefónica informou ter concluído as vendas no Peru, Uruguai, Equador, Colômbia e Chile desde a assembleia anterior, além da saída prévia da Argentina. Esse balanço explica o contexto corporativo, mas não estabelece condições nem calendário para uma transação na Venezuela. [3]

O ambiente regulatório também mudou antes dessa informação. Em 21 de agosto, o Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros dos Estados Unidos, OFAC, emitiu dois instrumentos distintos: a licença 61 para determinados fornecimentos e serviços de telecomunicações e a licença 62 para negociar e celebrar contratos contingentes de investimento. São permissões setoriais, não um anúncio da Telefónica. [4]

Um contrato contingente depende de condições antes de ser executado. A AGT Consultoría explica que a licença 62 permite preparar negociações e realizar avaliações comerciais, jurídicas e técnicas, mas exige autorização separada da OFAC para executar o contrato. Assim, buscar potenciais compradores, assinar compromissos e concluir um investimento são etapas distintas que precisam ser diferenciadas ao acompanhar uma operação. [5]

A abertura tampouco elimina todas as restrições. A explicação da OFAC sobre fornecimento inclui equipamentos, software, capacidade e suporte de redes, mas exclui a criação de novas sociedades ou empreendimentos conjuntos sob essa permissão. A licença de fornecimento foi alterada para 61A em 27 de agosto. Para o setor, importa distinguir manutenção de rede de autorização de novos investimentos. [6][7]

Fontes