Estados Unidos
FCC autoriza compra da Globalstar pela Amazon Leo; conclusão segue pendente
O regulador aprovou a transferência de licenças e espectro satelital. A decisão avança os planos de conexão direta a dispositivos, mas não conclui a compra nem inaugura uma nova rede.
A Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos (FCC) autorizou em 27 de outubro a transferência do controle das licenças da Globalstar para a Amazon. Trata-se de uma etapa regulatória na aquisição acertada por US$ 11,57 bilhões, não de confirmação de que a operação foi concluída. A Globalstar se tornaria subsidiária da Amazon após o cumprimento das condições do acordo. A ordem identifica a Globalstar como fornecedora de comunicações móveis por satélite que atende mais de 780 mil dispositivos em mais de 120 países. [1][2]
A Amazon Leo pretende combinar a implantação de banda larga via satélite com o espectro e a infraestrutura da Globalstar para desenvolver serviços diretos ao dispositivo. O projeto poderia permitir que telefones compatíveis se conectem por satélite fora da cobertura terrestre, mas a autorização da compra não representa o lançamento comercial de uma nova oferta. A FCC considera prováveis melhorias de cobertura e comunicações de emergência; são benefícios esperados, não resultados já medidos. [1][2]
A Light Reading examinou separadamente o alcance da autorização e a futura concorrência em conexões satélite-celular. A ordem da FCC não anuncia uma data de conclusão, portanto o próximo marco será confirmar que Amazon e Globalstar consumaram a operação. A fotografia mostra um foguete preparado para missão da Amazon Leo na Flórida em julho de 2026. É uma imagem de arquivo e não retrata o processo da FCC nem ativos da Globalstar. [1][2]
Fontes
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