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CMA consulta remédios para compra da Netomnia; nexfibre diz que não apresentará proposta

O regulador britânico analisa possível perda de concorrência no atacado de fibra. Os acionistas da nexfibre contestam a avaliação provisória; a operação segue em exame.

Armário da Community Fibre em Londres, 2022. Foto de arquivo de infraestrutura FTTH britânica sem relação com nexfibre ou Netomnia. Acabashi · CC BY-SA 4.0 (Wikimedia Commons) · CC BY-SA 4.0 · Recorte editorial para adaptar o formato

A autoridade britânica de concorrência (CMA) abriu em 20 de outubro uma consulta sobre possíveis remédios para a aquisição do Substantial Group, controlador da Netomnia, pela nexfibre. Suas conclusões provisórias apontam possível prejuízo à concorrência na banda larga fixa no atacado. A CMA receberá comentários sobre remédios até 27 de outubro. O processo permanece aberto e o prazo legal para uma decisão é 15 de dezembro; ainda não há proibição definitiva. [1]

InfraVia, Liberty Global e Telefónica, acionistas da nexfibre, afirmam que não apresentaram um pacote de remédios porque discordam das premissas usadas pelo regulador, segundo declaração conjunta reproduzida pelo ISPreview. Essa é a posição das empresas, não uma conclusão da CMA. A ausência de proposta também não significa desistência da compra. [2]

O acordo anunciado em fevereiro avaliava a operação em cerca de 2 bilhões de libras e previa integrar a rede de fibra do Substantial à nexfibre. Para os provedores que compram acesso no atacado, o desfecho regulatório determinará se essa concentração poderá avançar e sob quais condições. A foto de arquivo mostra infraestrutura da Community Fibre em Londres em 2022; não pertence às empresas desta transação. [1][3]

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