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Vodafone e Ericsson testam tradução de chamadas com IA integrada à rede

O teste em uma rede experimental também abordou a redução de ruído. Não há data de disponibilidade comercial.

Foto de arquivo: campus da Vodafone Alemanha em Düsseldorf (2020). Não mostra o teste de tradução com a Ericsson. Joshua Blum · CC BY-SA 4.0 · Recorte editorial para adaptar o formato

Vodafone e Ericsson anunciaram em 22 de setembro um teste em uma rede móvel experimental que aplica inteligência artificial a chamadas convencionais para traduzir conversas e reduzir o ruído de fundo. O processamento ocorre na rede, sem aplicativo específico nem telefone novo. A demonstração não é um lançamento comercial, e as fontes não informam quando o serviço poderia chegar aos clientes. [1] [2]

No teste, a Vodafone conectou um servidor de aplicações e sua plataforma de IA a um gateway de IA e à tecnologia de rede central da Ericsson. Interfaces de programação, ou APIs, permitiram que esses sistemas trocassem funções enquanto a rede processava a chamada. Essa arquitetura explica por que o ensaio não dependeu de um modelo específico de aparelho, mas não prova que todos os celulares ou mercados já aceitem o serviço. [1]

A operadora informou que a tradução funcionou entre alemão, inglês, espanhol, italiano e francês. São os idiomas testados nesse ambiente, não um catálogo comercial anunciado. Em uma ligação real, precisão, atraso e tratamento dos dados de voz serão relevantes; as fontes examinadas não publicaram resultados independentes sobre esses pontos. [1]

O segundo caso identifica e reduz sons do ambiente durante a comunicação. As empresas sugerem sua utilidade em lugares barulhentos. A demonstração confirma que testaram a função; as declarações sobre maior clareza continuam sendo alegações de seus promotores. As fontes consultadas não apresentam medições comparáveis de precisão, atraso do áudio ou redução de ruído em redes comerciais. [1] [2]

Para as operadoras, o interesse está em acrescentar recursos à própria chamada, sem depender de que ambos os participantes instalem o mesmo aplicativo. A Vodafone apresenta essa arquitetura como um caminho para levar serviços a consumidores e empresas. Essa possibilidade de alcance não significa que todas as suas redes, países ou planos já ofereçam as funções testadas. [1] [2]

O trabalho integra o programa conjunto Core Network of the Future. O TeleSemana analisa se funções desse tipo poderiam diferenciar planos sem necessariamente se tornar uma cobrança separada; é uma hipótese de negócio, não um resultado da Vodafone. Para avaliar uma oferta aos clientes, ainda faltam condições comerciais, países de implantação e resultados fora da rede experimental: nenhum desses pontos foi definido nas fontes examinadas. [1] [2]

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